Bum! É o som de uma cabeça explodindo... É o som de ideias se esvaindo... É o som de preceitos caindo... É o som de alguém arrependido.
Nossa! É estranho acordar e se olhar no espelho, ver um eu fragilizado que não aparecerá em público, que ficará, durante uma vida inteira, guardado.
Olhe! Para que ser astronauta se para todos os lados olhados olhamos sem olhar os mundos, as órbitas e planetas que sob o umbigo de cada indivíduo se escondem?
Abrir-se-á de novo aquela caixinha que a querida e amada Pandora, jaz na mitologia, abriu e, desta derradeira vez, a esperança, que os humanos com tanto ardor tentara resguardar em si, sairá voando desse nosso mundo. Já consigo ver ao longe suas asas se abrindo e suas tentativas de escape. Calma querida Esperança! O ser humano por si próprio abrirá sua clausura em breve. Poucos ainda resistem à esta decisão, mas isto logo se acabará e assim te peço apenas calma...
Opa! Ainda tem aquele que resiste... AINDA TEM AQUELE QUE RESISTE! ESPERANÇA, NÃO SE VÁ! NÃO! NUNCA! Ainda há mães que esperam que seus filhos voltem da guerra, ainda há um povo que clama por justiça, ainda há piegas que clamam por amores, ainda há religiosos que tem esperanças de alcançar o paraíso, ainda há eu. Um eu que não sabe o que deve saber e apenas se atrela aos seus braços, mais um em seus braços, minha doce Esperança.
Os textos tão de mais cara parabéns :3
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