quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Metamorfo
E não, não sou humano. Sou um, em meio a dois, três, quatro, que seja. Quanto mais pensamentos crio, mais sou, mais me recrio. Por mais estranho que pareça, eu sou a peça que faltava no meu próprio quebra-cabeça!
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Verbo deletar
A vontade que tenho é deletar todos os textos que escrevi aqui até hoje.
Tenho essa vontade porque, a cada dia que passa, eu me torno outra pessoa.
Não, não outra pessoa em minha essência, em quem eu realmente sou. Naquele meu superego escondido nos confins do meu subconsciente.
Sou e sempre serei a mesma pessoa em estrutura, mudando de estatura constantemente e tendo um cérebro do tamanho de um humano normal.
Não sou um super humano. Não sou. Não sou nem me tornei um. Ainda sou jovem. Retardado, mas jovem.
A órbita do meu umbigo tem valores ínfimos perto das galáxias presentes naqueles que me rodeiam.
Segundo sol é o caramba, há 7 bilhões de sóis espalhados por aí. Cada um é o centro de sua própria galáxia. Do seu próprio universo. Do seu mundinho.
Ah! Deus, até quando ainda deverei ser humano? Não digo que tornar-me-ei anjo. Digo que só quero paz.
Voltando ao assunto no começo já tratado. Foi necessário fazer todos esses adendos, mas volto, por coesão devo voltar. Mudei.
Na verdade, mudo.
E a cada novo som que ouço, a cada nova visão que vejo, a cada novo sentimento que sinto... me torno outro.
Outro. Ontem. Outrem. Outrora. Outras. Muito. Tudo. Todas.
É tudo subjetivo. É tudo irreal de um plano mas real em outro.
E é a cada nova junção de palavras que vejo que, para mim, estou amadurecido(endo) como pessoa e renovado como espírito.
E a cada novo gesto singelo, percebo que meus romances românticos são nada perto dos amores outros que podem surgir.
A cada nova ironia, percebo que as antigas já ultrapassadas foram.
Ei, ressurgi com novas ideias e, ao terminar essa que vos apresento aqui, surgirá outra que a irá sobrepor e, mais uma vez, terei vontade. Imensa vontade.
Deletar. Delet. Del. De. De deletar. Terei vontade de deletar essa daqui.
Do Inglês surgiste linda palavrinha: deletar. Verbo acionado com um botão, mas consagrado. Consagrado pela ação que carregas como verbo.
Verbo deletar.
Tenho essa vontade porque, a cada dia que passa, eu me torno outra pessoa.
Não, não outra pessoa em minha essência, em quem eu realmente sou. Naquele meu superego escondido nos confins do meu subconsciente.
Sou e sempre serei a mesma pessoa em estrutura, mudando de estatura constantemente e tendo um cérebro do tamanho de um humano normal.
Não sou um super humano. Não sou. Não sou nem me tornei um. Ainda sou jovem. Retardado, mas jovem.
A órbita do meu umbigo tem valores ínfimos perto das galáxias presentes naqueles que me rodeiam.
Segundo sol é o caramba, há 7 bilhões de sóis espalhados por aí. Cada um é o centro de sua própria galáxia. Do seu próprio universo. Do seu mundinho.
Ah! Deus, até quando ainda deverei ser humano? Não digo que tornar-me-ei anjo. Digo que só quero paz.
Voltando ao assunto no começo já tratado. Foi necessário fazer todos esses adendos, mas volto, por coesão devo voltar. Mudei.
Na verdade, mudo.
E a cada novo som que ouço, a cada nova visão que vejo, a cada novo sentimento que sinto... me torno outro.
Outro. Ontem. Outrem. Outrora. Outras. Muito. Tudo. Todas.
É tudo subjetivo. É tudo irreal de um plano mas real em outro.
E é a cada nova junção de palavras que vejo que, para mim, estou amadurecido(endo) como pessoa e renovado como espírito.
E a cada novo gesto singelo, percebo que meus romances românticos são nada perto dos amores outros que podem surgir.
A cada nova ironia, percebo que as antigas já ultrapassadas foram.
Ei, ressurgi com novas ideias e, ao terminar essa que vos apresento aqui, surgirá outra que a irá sobrepor e, mais uma vez, terei vontade. Imensa vontade.
Deletar. Delet. Del. De. De deletar. Terei vontade de deletar essa daqui.
Do Inglês surgiste linda palavrinha: deletar. Verbo acionado com um botão, mas consagrado. Consagrado pela ação que carregas como verbo.
Verbo deletar.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Loucura
A verdade é que sou louco
Num mundo em que não existem normais.
Faço de tudo um pouco
E não me prendo aos demais.
Pago de poeta e escrevo
Versos de amor sem nexo.
Em minha cabeça pulsam
Num mundo em que não existem normais.
Faço de tudo um pouco
E não me prendo aos demais.
Pago de poeta e escrevo
Versos de amor sem nexo.
Em minha cabeça pulsam
Pensamentos vazios complexos.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Amor inesperado
E coloquialmente posso dizer que eu estou sofrendo de variações cardíacas espontâneas descontroladamente causadas pelo teu sorriso quando, mesmo que quase sempre esteja para mim inserido em meio virtual, o vejo.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Silêncio
Olho ao redor e só paredes brancas eu vejo. Brancas como a neve não digo... brancas como o vazio que me preenche e de tabela, enquanto o negro olhar de um abismo me consome.
Oh! Quão profundo pode ser um rio de lágrimas sem aparentes motivos de queda? Queda que eu passo por ti, doce como o mar e amarga como o mel.
Duro é ser escritor e mais duro é ser poeta, pois nem eles mesmos entendem o porque de se declarar ao mundo em vez de ficar mudo. E se declaram sem se esperar que os outros entendam a verdade.
A vós deixo a paz e a mim o silêncio....silênc...sil... s
Oh! Quão profundo pode ser um rio de lágrimas sem aparentes motivos de queda? Queda que eu passo por ti, doce como o mar e amarga como o mel.
Duro é ser escritor e mais duro é ser poeta, pois nem eles mesmos entendem o porque de se declarar ao mundo em vez de ficar mudo. E se declaram sem se esperar que os outros entendam a verdade.
A vós deixo a paz e a mim o silêncio....silênc...sil... s
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Esperança?
Bum! É o som de uma cabeça explodindo... É o som de ideias se esvaindo... É o som de preceitos caindo... É o som de alguém arrependido.
Nossa! É estranho acordar e se olhar no espelho, ver um eu fragilizado que não aparecerá em público, que ficará, durante uma vida inteira, guardado.
Olhe! Para que ser astronauta se para todos os lados olhados olhamos sem olhar os mundos, as órbitas e planetas que sob o umbigo de cada indivíduo se escondem?
Abrir-se-á de novo aquela caixinha que a querida e amada Pandora, jaz na mitologia, abriu e, desta derradeira vez, a esperança, que os humanos com tanto ardor tentara resguardar em si, sairá voando desse nosso mundo. Já consigo ver ao longe suas asas se abrindo e suas tentativas de escape. Calma querida Esperança! O ser humano por si próprio abrirá sua clausura em breve. Poucos ainda resistem à esta decisão, mas isto logo se acabará e assim te peço apenas calma...
Opa! Ainda tem aquele que resiste... AINDA TEM AQUELE QUE RESISTE! ESPERANÇA, NÃO SE VÁ! NÃO! NUNCA! Ainda há mães que esperam que seus filhos voltem da guerra, ainda há um povo que clama por justiça, ainda há piegas que clamam por amores, ainda há religiosos que tem esperanças de alcançar o paraíso, ainda há eu. Um eu que não sabe o que deve saber e apenas se atrela aos seus braços, mais um em seus braços, minha doce Esperança.
Nossa! É estranho acordar e se olhar no espelho, ver um eu fragilizado que não aparecerá em público, que ficará, durante uma vida inteira, guardado.
Olhe! Para que ser astronauta se para todos os lados olhados olhamos sem olhar os mundos, as órbitas e planetas que sob o umbigo de cada indivíduo se escondem?
Abrir-se-á de novo aquela caixinha que a querida e amada Pandora, jaz na mitologia, abriu e, desta derradeira vez, a esperança, que os humanos com tanto ardor tentara resguardar em si, sairá voando desse nosso mundo. Já consigo ver ao longe suas asas se abrindo e suas tentativas de escape. Calma querida Esperança! O ser humano por si próprio abrirá sua clausura em breve. Poucos ainda resistem à esta decisão, mas isto logo se acabará e assim te peço apenas calma...
Opa! Ainda tem aquele que resiste... AINDA TEM AQUELE QUE RESISTE! ESPERANÇA, NÃO SE VÁ! NÃO! NUNCA! Ainda há mães que esperam que seus filhos voltem da guerra, ainda há um povo que clama por justiça, ainda há piegas que clamam por amores, ainda há religiosos que tem esperanças de alcançar o paraíso, ainda há eu. Um eu que não sabe o que deve saber e apenas se atrela aos seus braços, mais um em seus braços, minha doce Esperança.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
A jornada
Perdemos lutas
Ganhamos guerras
Rimos de graça
Nos elevamos
De repente o fundo vemos
Mas logo... nos levantamos
Ganhamos guerras
Rimos de graça
Nos elevamos
De repente o fundo vemos
Mas logo... nos levantamos
O que me falta?
A Deus eu digo: Onde está
A minha mente e coração?
Que se esvaiu no triste som
Da repentina solidão
Me atento às notas e ao dom
De tocar com alma outra alma
Me espanto ao ver a emoção
Que passo aos outros
Mas que me falta
Tudo dá certo
Mas se esvai
Me perco ao ver
O que se exalta
Repasso aos outros
A amargura
De uma vida
Irrelevada
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