Não, não chorarei diante de tal tragédia
Sorrir-lhe ei com um olhar audacioso e triunfante
Alma pura que dos céus fora limpa
Dê teus pulos e mostre a alegria
Pés descalços do pisar em falso
Boca suja do falar errante
Mãos calejadas de tato sofrido
Olhos cerrados por ver mui distante
Nariz aguçado do procurar soturno
Vós todos tornareis ao pó
Deixais a alma viver em paz
E comigo, a sós!