Vivo em um país estranho
De negros, índios e brancos
Tenho em meu sangue de tudo
De todas as partes do mundo
Tenho em meus olhos o brilho
De um lugar que é sempre vivo
Tenho em minha mente uma nação
Marcada por tramas, dramas e afeição
Tenho em meus braços o martírio
De quem um dia, a nós mesmos foi submisso
Tenho em meu âmago a gana
De fazer, finalmente, resplandecer essa flâmula