Vivo em um país estranho
De negros, índios e brancos
Tenho em meu sangue de tudo
De todas as partes do mundo
Tenho em meus olhos o brilho
De um lugar que é sempre vivo
Tenho em minha mente uma nação
Marcada por tramas, dramas e afeição
Tenho em meus braços o martírio
De quem um dia, a nós mesmos foi submisso
Tenho em meu âmago a gana
De fazer, finalmente, resplandecer essa flâmula
Senti o chicotear da flâmula no meu coração quando li este! Ser brasileiro é ser uma obra de arte cosmopolita, nova e antiga, safada e séria! Tudo e nada! Ficção científica e prêmio nobel! Adorei Pablito! Adorei! Beijos!
ResponderExcluirMuito obrigado Lix! Eu fiz esse após buscar inspiração na aula da Niti, mas acabei incorporando tudo para deixar assim. Obrigado mesmo! Concordo com o que você disse neste comentário!
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