Ponto final
Não há na vida
Pontos de exclamação
Não registram feridas
Pontos de interrogação
Não se fazem rogados
A permanecerem gravados
Em nosso pensamento abstrato
Reticências outrora
Marcam verdadeiras histórias
Na saga infinita
De uma sociedade bandida
Ponto e vírgula são fatos
Que sempre estão acompanhados
E minhas palavras são feitas
Do mais puro acaso
Seguindo uma ordem
Vivemos em paz
Mas em uma sociedade
Que não sabe o lê
O que faz
Então abro aspas
Pois isto é por mim pensado
"Nossa vida segue um rumo
Que está sempre nos lançando afora,
Das maiores incertezas
Mas ela com suas surpresas
Consegue nos trazer de volta"
Nenhum comentário:
Postar um comentário